Você recebe o e-mail de uma pequena editora. Na mensagem, o editor o congratula por seu original e diz que gostariam de publicá-lo. Mas tem um porém: eles cobram pelo serviço.
É uma dicotomia muito presente em oficinas:
“Tiago, como faço? Quando me preocupo em contar uma boa história, muitas vezes me esqueço da linguagem, do cuidado formal sobre o texto. Ou ao contrário, quando me aproximo da palavra, da sua fisionomia, a história perde o prumo.”



